Até tentaram calar a voz do Maestro, mas felizmente hoje, ela está ainda mais alta

Depois de 10 anos de desenvolvimento, o álbum póstumo do Maestro do Canão chega às ruas, local que, diga-se de passagem, sempre foi o habitat do Mauro, vulgo: Sabotage. Com uma produção impecável, que talvez tenha sido um dos pontos que mais chamou atenção no álbum, faz parecer que o próprio Sabotage gravou tudo esse ano mesmo. Alguns sons com participações de nomes já consagrados tanto do Rap Nacional (BNegão, Céu, Dexter) quanto da gringa (Shyheim — Wu Tang Clan).

Como já era de se esperar, talvez a única coisa previsível desse álbum, o Sabotage deixou letras incríveis e bem atuais, por mais que tenham sido escritas a anos atrás. O próprio diz, na já conhecida “Canão foi tão bom“, que “Pra criança aprender, basta quem ensina” e ele, na função de professor, mesmo depois de morto, a contraponto eterno, traz uma atualidade bem bruta, e como de costume nas artes da cultura Hip-Hop, linda e emocionante na mesma intensidade. Coincidência a esse fato ou não, o álbum saiu poucas horas após o dia dos professores.

Os amantes da cultura Hip-Hop, em geral, com certeza amarão essa obra-prima, que a muitos integrantes da mesma já fez chorar. Portanto, uma das poucas palavras que descrevam — se é que alguma pode — esse momento lindo para nossa cultura é “emoção”, o resto é história… E se tentaram calar a voz do Maestro, felizmente, a voz dele, hoje em dia, está mais alta ainda.

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