Estes são todos os filmes que Tupac participou; e você pode assisti-los

Um dos maiores rappers de todos os tempos também foi um ótimo ator. Tupac Shakur, que desde os 12 anos de idade estudou teatro, fez sua estreia nos cinemas no mesmo ano que lançou o clássico “2Pacalypse Now“, em 1991, com o filme “Nothing But Trouble (Nada Além de Problemas)”, onde fez uma ponta. Já em 1992, Tupac estreou “Juice” seu primeiro filme como protagonista, fazendo o papel de Bishop, um jovem do Harlem.

Ao todo, Tupac gravou 6 filmes com papeis de destaque nas tramas, além de narrar o documentário “Ressurrection“, lançado em 2003.

Com seu filme biográfico próximo de sair — “All Eyez On Me” será lançado no dia 16 de Junho nos EUA —, é interessante percebermos o amor que Shakur tinha pela sétima arte.

O incrível canal do Youtube “PacsLifeBR” (se inscreva, vale a pena!), fez as honras de legendar todas os filmes que Tupac atuou e disponibiliza-los na integra. Isso é contra as regras de direitos autorais? Possivelmente, mas, em vista que as obras já tem 20 anos de lançamento e são difíceis de serem encontradas originais, vale o risco, afinal, um bom filme pode dar um outro rumo pra vidas.

Juice “Uma Questão de Respeito” (1992)

Quatro rapazes do Harlem ensaiam para participar de concurso de música. Mas o talento e o esforço do grupo não bastam. Eles também têm de enfrentar os perigos de uma vizinhança violenta e a discriminação e os percalços cotidianos que ameaçam levá-los para trás das grades. Na versão brasileira o título original, “Juice”, gíria do Harlem que significa ganhar respeito, foi mantida. Participações dos astros do Hip Hop 2pac Shakur, Cindy Herron (vocalista da banda En Vogue) e Queen Latifah.

Poetic Justice “Sem Medo no Coração” (1993)

Justice é uma jovem mulher que mora em South Central, em Los Angeles. Seu nome é Justice (em português: Justiça) graças a sua mãe, que deu à luz a filha enquanto estudava Direito. Após a morte de seu namorado, ela fica profundamente depressiva. Depois de um tempo, ela conhece o balconista do correio, pai solteiro, chamado Lucky (Tupac Shakur), o qual embarca com ela numa viagem para Oakland, com Iesha e o namorado dela, Chicago.

Above the Rim “O Lance do Crime” (1994)

Um jovem jogador aspirante de basquete profissional deve fazer algumas decisões difíceis neste esporte melodrama. Kyle Lee é um talentoso jogador de basquete colegial. Enquanto ele aguarda para saber se vai receber uma bolsa da Universidade de Georgetown, se encontra em um difícil dilema, ao longo de um torneio de basquete. Ele deve decidir se deve seguir seu bondoso treinador ou Birdie (Tupac Shakur), o local gangster.

Bullet (1996)

O filme concentra sua história na libertação de Butch “Bullet” Stein, um gângster judeu de rua e viciado em drogas, após cumprir uma pena de oito anos por um crime que não cometeu sozinho. Bullet luta para evitar cair no mesmo turbilhão de seus antigos anos, mas acaba novamente tragado pela violência rotineira das ruas e pela incompreensão de sua família disfuncional.

Gang Related “As Duas Faces da Lei” (1997)

Em Gang Related, Tupac e Jim Belushi formam um par de detetives de homicídios que fazem justiça com as próprias mãos. Eles Matam traficantes de drogas e descrevem suas mortes como relacionadas com assassinatos de Gangues.

Gridlock’d “Na Contra-Mão” (1997)

Após uma amiga sofrer overdose, Spoon (Shakur) e Stretch (Roth) decidem largar as drogas e se esforçam para entrar num programa de desintoxicação do governo. Além de quase enlouquecer perdidos num labirinto burocrático em que funcionários mal-humorados e impacientes insistem em mandá-los de um lugar ao outro, ainda têm de se livrar da polícia e dos traficantes que os perseguem.

Tupac: Ressurrection (2003, documentário)

O documentário mostra a trajetória do cultuado rapper Tupac Shakur. Desde a infância pobre ao grande sucesso como artista, o filme retrata com as próprias declarações de Tupac os ideais que buscava além dos problemas que enfrentou até mesmo durante o auge de sua fama até a sua morte prematura. O filme foi indicado para o Oscar de melhor documentário de longa-metragem em 2005.