BIN e sua trajetória meteórica na cena do rap

Depois de tanta espera, finalmente o público recebeu o tão esperado “Para Todas as Mulheres Que Já Rimei“, do rapper BIN. Com participação de Borges, L7NNON, MD Chefe, Maquiny, Maneirinho, Ryan Realcria e Azevedo, o álbum lançado na última terça-feira (29/09) alcançou o trending topics do twitter.

Nascido em Belford Roxo, na Baixada Fluminense (RJ), o rapper vem se destacando na cena há algum tempo, chamando a atenção pelo seu flow, versatilidade e por ser sempre donos dos refrãos de sua antiga mob, a “Garage Gan“, que era formada por ele, França, Sickk, VXNX, Lil Fire e Doidão Beats.

Ano passado, o artista conseguiu alcançar um novo nível no game, principalmente com seu primeiro sucesso “Freestyle para a Faixa Rosa”, que alcançou a marca de 5 milhões de streams. Chegando em 2020, BIN assinou contrato com a Mainstreet, gravadora independente do rapper Orochi, que recentemente começou a trabalhar com Borges, artista que também foi revelado no final do ano passado e que, inclusive, já tinha um sucesso compartilhado com BIN, a faixa “C Walk” — que também conta com a participação de Big Rush —, que fez tanto sucesso dentro da cena underground do rap que recebeu uma parte 2 com o mesmo trio.

Mas “C Walk 2” não foi o primeiro lançamento do rapper pela gravadora, que meses antes deste, já havia soltado uma prévia que deixou o público curioso e ansioso, que era a da famosa faixa “Marília Mendonça”, que com certeza foi o som que concretizou o sucesso do artista dentro da cena e mostrou todo seu potencial tanto para o underground quanto para o mainstream.

Essa versatilidade de BIN é muito bem representada nos singles que foram lançados antes do álbum, indo do pop que ele traz em “Marília Mendonça” ao mainstream do rap com “Culpa do Álcool“, chegando a inovar com “Mira Laser“, um drill com uma pegada mais romântica.

A carreira de BIN vem explodindo com seus sucessos, em uma ascensão meteórica. Com isso, o artista decidiu consolidar seu trabalho em uma obra que além de musical é extremamente visual. O álbum chega com clipes de todas as faixas e com participações que casam perfeitamente com a obra. Além disso, a produção musical realizada por Mãolee, Ajaxx, Dallas, Jess, Kizzy e Ariel foi construída de forma harmônica, de modo que todos os beats passam um sensação diferente, mesmo sendo coerentes com o disco.

Para Todas as Mulheres Que Já Rimei” está disponível no YouTube e em todas as plataformas digitais.

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